no entanto, divirtam-se com este blog que critica a maneira de ser dos otaku japoneses e aponta o dedo ao que está errado no Japão moderno, para além de nos presentear com pornografia e recomendações seja do que for.
sei que foi só 11 mas para mim é muitíssimo bom. O professor até disse que os meus esquissos são melhores que alunos de 13 e os meus contornos também, mas tenho muita inconsistência e falhas nos esboços e detalhes e daí a minha nota ser 11. Mesmo assim sei que sou melhor que qualquer colega meu do ano passado. AHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!Vocês percebiam se vissem os meus desenhos.
quando o meu prof os devolver eu ponho aqui. ele é um bocado exigente de mais... se fosse em coimbra tinha 17 talvez.
Decidi neste "post" falar de um tema que me é muito querido, e que apesar de já ter sido muito falado e de ter tomado tantos novos rumos, muitos preconceitos predominam e muitas coisas acontecem hoje em dia relativamente aos downloads na internet (sejam legais ou ilegais).Esta decisão foi tomada não só porque este tema me é muito querido (provocando discussões acesas mesmo com os meus melhores amigos) mas também porque ontem ouvi na rádio uma notícia que me intrigou. Os KISS (Knights In Satan Service) apenas vão lançar um novo álbum caso a industria musical consiga dar a volta à problemática envolta nos downloads ilegais na internet. A meu ver a unica solução para isso é tornarem os downloads ilegais legais, desistindo das estúpidas leis de direitos de autor actuais que apenas servem para roubar os artistas e enriquecer "yuppies" gordos que vivem nas suas secretárias das grandes corporações. Este não é um problema só de agora. Eu lembro-me ainda (quando ainda nem tinha de pensar nestas coisas) das k7 pirata. A pirataria sempre existiu e não é por culpa dela que os artistas estão a empobrecer.
Um exemplo que tenho muito prazer em dar é o exemplo de Trent Reznor e os seus Nine Inch Nails, que já contam com 2 álbuns que utilizam o download e formatos de audio digitais superiores ao CD para divulgar, espalhar e agradar aos seus fãs gratuitamente, obtendo, mesmo assim lucro, através de edições físicas de luxo, muitíssimo limitadas para os seus seguidores que realmente os admiram e têm poder de compra suficiente para obter essas edições de autor. O único problema desta solução (que para mim não é problema) é que implica a extinção das companhias discográficas e a ligação directa de criador/produtor/artista e o consumidor final. Isto pode ser mal visto pelos artistas que estão menos informados (e alguns que gostam de apanhar no rabo) uma vez que não sabem que estão a perder muito dinheiro já que:
1º- apenas 4 a 5 % dos lucros revertem para o autor da música (normalmente) 2º- o verdadeiro compositor/criador/artista perde os direitos sobre a música que faz e, caso acabe o contracto, normalmente não pode obter de volta esses direitos. 3º- As estratégias de markting e de vendas das companhias são sempre feitas para tirar o mais dinheiro possível dos verdadeiros fãs da banda e, mesmo assim não dar lucro quase nenhum à banda. 4º- A liberdade criativa do artista é condicionada não podendo escolher singles (ou mesmo a inexistência destes)
Poderia enumerar mais 'n' factos mas a verdade é que já n posso escrever muito mais, por falta de tempo. talvez um dia mais tarde escreva tanto uma verdadeira conclusão a este ponto de vista como uma "review" do novíssimo álbum dos NIN: "The Slip - Halo 27" do qual podem fazer o download gratuito em www.nin.com
Nesse mesmo website têm disponiveis o primeiro dos 'Ghosts I-IV' e um Tour Sampler da sua mais recente tour "Lights in the Sky".